Criadores do UNO dizem que não se pode juntar a carta +2 à +4

Sofia V

8 de Janeiro, 2026

Criadores do UNO dizem que não se pode juntar a carta +2 à +4

O UNO é um dos jogos mais populares do mundo, conhecido por ser desafiante e por reunir pessoas à volta de uma mesa, seja em casa ou num dia de praia. As regras deste jogo têm gerado vários debates. Embora estejam bem definidas, muitos jogadores ou grupos acabam por interpretá-las à sua maneira.

A Mattel, distribuidora oficial do jogo, tem vindo a esclarecer alguns desses equívocos. Num tweet, a empresa desmentiu uma regra popular, mas falsa: a ideia de que se pode jogar uma carta +2 sobre uma carta +4 para evitar o castigo de tirar quatro cartas e passar a vez. Segundo alguns jogadores, esse truque empurraria o castigo para o próximo, que teria de tirar seis cartas. No entanto, a Mattel é clara: isso está errado.

“Se alguém coloca uma carta +4, você deve tirar quatro cartas e passar a sua vez. Não pode pôr uma carta +2 para que a pessoa seguinte apanhe seis cartas. Sabemos que já o tentou”, diz a Mattel.

O UNO foi criado em 1971 por Merle Robbins, um barbeiro do estado norte-americano do Ohio, que começou a vender os baralhos aos seus clientes. Logo, jogo rapidamente se tornou um sucesso local e passou a estar presente em quase todas as casas da cidade.

Pouco tempo depois, Robbins vendeu todos os direitos do UNO ao dono de uma agência funerária do estado de Illinois, fã do jogo, por cerca de 44 mil euros e mais 10 cêntimos de royalties por cada unidade vendida.

Em 1992, o UNO passou a fazer parte do catálogo oficial da Mattel, tornando-se no fenómeno global que continua a divertir pessoas de todas as idades até aos dias de hoje.

Fontes: NIT